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Utilize este link para identificar ou citar este item: http://hdl.handle.net/123456789/1551

Título: Avaliação de crenças sobre epilepsia em adultos e crianças em grupos de universitários
Autor(es): Vieira, Fernanda da Silva
Orientador(es): Lopes, Renata Ferrarez Fernandes
Palavras-chave: Psicologia
Epilepsia
Crenças
Crianças
Adultos
Estresse psicossocial
Universitários
Epilepsia nas crianças
Estudantes universitários
Superstição
Epilepsy
Beliefs
Children
Adults
Psychossocial stress
University students
Data de publicação: 2-Mai-2005
Citação: VIEIRA, Fernanda da Silva. Avaliação de crenças sobre epilepsia em adultos e crianças em grupos de universitários. 2005. 147 f. Dissertação (Mestrado)-Universidade Federal de Uberlândia, Uberlândia, 2005.
Resumo: A epilepsia é uma das desordens neurológicas mais comuns e afeta por volta de 50 milhões de indivíduos em todo o mundo. Talvez mais do que qualquer outro distúrbio, esta desordem é associada a profundas e deletérias conseqüências psicológicas e sociológicas que não estão diretamente relacionadas ao processo real da doença. Os preconceitos sobre epilepsia e os estereótipos negativos da população ainda persistem, e os portadores de epilepsia ainda continuam sofrendo com a falta de informação técnica, e com as crenças negativas das pessoas que os cercam. Desse modo, este trabalho teve o objetivo de levantar as crenças sobre adultos e crianças epilépticas numa amostra de 186 estudantes universitários divididos em 3 área/grupo de conhecimento- ciências biomédicas, exatas e humanas. Utilizou-se para coleta dos dados um instrumento adaptado a partir de Escala de Crença e Atitudes sobre Epilepsia Gajjar (2001), contendo itens referentes a crenças médicas e crenças não médicas. Os dados foram computados no SPSS versão 10, e as principais análises foram feitas a partir do teste Kruskal-Wallis. Os resultados indicaram que não há diferença significativa entre os grupos (ciências biomédicas, exatas e humanas) , mas apresentaram diferenças no julgamento de afirmativas relacionadas às crenças médicas e não-médicas, indicando que todos os grupos diferenciam os tipos de crenças, mas não as julgam de forma diferente em função da formação acadêmica, tanto no que tange a crenças sobre adultos quanto crianças epilépticas. As principais conclusões deste trabalho são de que a amostra de universitários sustenta suas avaliações baseadas mais no conhecimento tácito do que no conhecimento técnico sobre epilepsia. As crenças relacionadas às crianças epilépticas, comparativamente às relacionadas ao adulto portador de epilepsia, parecem estar ainda menos embasadas em informações técnicas sobre este distúrbio neurológico. Este trabalho de pesquisa mostrou a importância e a necessidade de pesquisas que investiguem mais profundamente o impacto social e 6 psicológico da epilepsia para promover aporte cientifico para o desenvolvimento de novos programas públicos educativos para a população em geral. ______________________________________________________________________________ ABSTRACT
The epilepsy is the world´s most common serious neurological disorder, affecting some 50 million individuals worlwide. Perhaps more than any other disorder, is associated with profound deletirous psychological and sociological consequences thar are not directly related to the real disease process. The population´s misconceptions about epilepsy and the it´s negative stereotypes still persist, and the people with epilepsy is still suffering from the lack of technical information, and from negative beliefs of people. Therefore, this work had the purpose of rising the beliefs about epileptic adults and children through a sample of 186 university students shared in 3 area/group of knowledge biomedical, exacts and human sciences. The data were colected using an adaptaded instrument from the Epilepsy Beliefs and Attitudes Scale, with itens about medical and non-medical beliefs. The data were compiled in the SPSS version 10, and the main analises were done by Kruskal Wallis test. The results indicated no significative differences among the groups (biomedical, excts and human sciences), but revealed differences in the judgement of affirmatives related to medical and nomedical beliefs, pointing that all the groups differ the kind of the beliefs, but don´t judge them differently because of their academic background, even with the beliefs about adults so as those about epileptic children. The main conclusions of this study were that universitary sample holds its evaluation based more on the tacit knowledge than the tecnic one about epilepsy. The beliefs related to children with epilepsy, comparatively to those related to epileptic adults, seem to be less based on tecnic informations about this neurological desorder. This study shows the importance and the necessity of more researchs that investigue deeply the social and psychological impact of epilepsy to promove cientific support for the development of new public educational programs for the population at all.
Descrição: Dissertação (mestrado)-Universidade Federal de Uberlândia, Instituto de Psicologia, Programa de pós-graduação em Psicologia, 2005.
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